Governo do Distrito Federal faz contratos emergenciais de vigilância por R$ 77,3 milhões - DF


Distrito Federal-DF
G1.globo.com-28/07/2016: O governo do Distrito Federal firmou nesta quarta-feira (28) três contratos emergenciais para contratar 1.988 vigilantes e supervisores. Segundo a Secretaria de Planejamento, o objetivo é substituir três contratos que se aproximavam do fim e que não poderiam ser prorrogados. Um edital do tipo, aberto em abril deste ano, está em análise pelo Tribunal de Contas. Os novos contratos valem por 180 dias ou até que uma nova licitação ocorra.
Resultado de proposta que venceu um contrato emergencial  para serviço de vigilância no Distrito Federal.  Foto: Reprodução/G1 DF
Resultado de proposta que venceu um contrato emergencial
para serviço de vigilância no 
Distrito Federal.
Foto: Reprodução/
G1 DF
De acordo com a secretaria, um dos contratos venceu nesta quarta-feira (27) e dois outros venceriam neste domingo (31). Os acordos emergenciais vão custar juntos ao governo R$ 77,3 milhões. A empresa Brasfort, da família do deputado Robério Negreiros (PSDB), foi a vencedora dos três contratos emergenciais.

Segundo o GDF, a empresa foi escolhida por meio de uma comissão especial composta por sete servidores por ter oferecido preço menor que as empresas “competidoras”. A Brasfort concorreu contra oito empresas em dois contratos e sete no terceiro.

Uma licitação aberta em abril deste ano para atender 65 órgãos do GDF está em análise no Tribunal de Contas. Em 12 de julho, a Secretaria de Planejamento alertou o sindicato que representa os vigilantes e 24 empresas do DF para que enviassem propostas de serviço para firmar os contratos emergenciais. Após questionamentos do Tribunal de Contas, a pasta enviou um novo projeto para o sindicato e 25 empresas do setor.

O que diz a lei
A Lei das Licitações (nº 8.666, de 1993) prevê dispensa de licitação caso haja urgência de atendimento de situações que possam “comprometer a segurança de pessoas”. Segundo a secretaria, uma lei do DF garante que os vigilantes que trabalhavam nos antigos contratos sejam aproveitados pela nova empresa contratada.
Faixa colocada por vigilantes em frente ao Palácio do Buriti,  em Brasília, durante manifestação.  Foto: Mateus Vidigal/G1
Faixa colocada por vigilantes em frente ao Palácio do Buriti,
em Brasília, durante manifestação.
Foto: Mateus Vidigal/G1
Demissões
No mês passado, vigilantes de empresas contratadas pelo GDF fizeram um protesto em frente ao Palácio do Buriti para questionar a demissão de 600 funcionários em duas semanas. Eles levaram carro de som e faixas para a praça em frente à sede do Executivo.

Atualmente, as empresas que prestam serviço ao GDF têm 6,7 mil vigilantes contratados. O sindicato diz que a categoria atua com um déficit de 700 funcionários. O salário de um vigilante é de R$ 2.454,78, já incluindo o benefício de R$ 566 de risco de vida.

De acordo com o presidente do sindicato dos vigilantes, Francisco Paulo de Quadros, as demissões causam prejuízo à segurança de pontos como o Parque da Cidade, Centro de Convenções, zoológico e escolas.

Do G1 DF


Vigilante é preso por tentativa de estupro no Centro de Convenções - DF


Distrito Federal-DF
Metropoles.com-26/07/2016: Um vigilante foi preso, na noite dessa segunda-feira (25/7), por tentativa de estupro. O caso ocorreu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, por volta das 15h. À polícia, a vítima de 35 anos contou que estava à procura de um caixa eletrônico quando foi abordada pelo funcionário.

O homem teria indicado a localização do terminal bancário. Ao entrar no local, a mulher foi agarrada por trás pelo vigilante, que também tapou sua boca com a mão. A vítima se debateu e conseguiu gritar por socorro. O homem fugiu, mas foi localizado pela Polícia Militar.

Na delegacia, o funcionário foi reconhecido pela vítima.
A vítima de 35 anos, estava à procura de um caixa eletrônico. Foto: Andre Borges/Agência Brasília
A vítima de 35 anos, estava à procura de um caixa eletrônico.
Foto: Andre Borges/Agência Brasília
Mirelle Pinheiro Do Metrópoles


Parentes de vigilante assassinado há três meses fazem manifestação - DF


Distrito Federal-DF
Metropoles.com-25/07/2016: Familiares e amigos do vigilante Narcélio Acampora realizaram uma manifestação na estação de metrô de Ceilândia Norte no fim da manhã desta segunda-feira (25/7). O funcionário foi assassinado no local em 24 de abril, mas até agora a polícia não identificou os autores do crime.
Cerca de 100 pessoas estiveram na manifestação com faixas.  Foto: Sindicato dos Vigilante/Divulgação/Metrópoles
Cerca de 100 pessoas estiveram na manifestação com faixas.
Foto: Sindicato dos Vigilante/Divulgação/Metrópoles
Cerca de 100 pessoas estiveram na estação com faixas pedindo maior empenho da polícia e ajuda de possíveis testemunhas. “Peço a todos que estiveram no local e que tenham qualquer informação sobre os assassinos a entrarem em contato com a polícia. As denúncias são anônimas, com sigilo total”, afirmou Priscila Acampora, filha de Narcélio.

Outra reivindicação dos presentes foi o maior investimento do Metrô em segurança. Segundo Priscila, as câmeras da estação, que poderiam ajudar na investigação, não estavam funcionando no dia do assassinato. Os criminosos roubaram o revólver do vigilante.

João Gabriel Amador Da Redação Do Metrópoles


Porteiro desconfia de material em maleta e aciona esquadrão antibombas - DF


Distrito Federal-DF
Jornaldebrasilia.com.br-24/07/2016: Homens do Esquadrão Antibombas da Polícia Militar foram acionados na manhã deste domingo (24) para examinar o material contido dentro de uma mala descartada em contêiner de entulho, em área residencial da 107 Sul. De acordo com informações da PM, o porteiro de um prédio viu o homem, ainda não identificado, que abandonou a maleta no local de forma suspeita. Era por volta de 10h. Desconfiado, o funcionário achou melhor ligar para a PM.

Com a suspeita de explosivos, militares isolaram cerca de 150 metros da área. A maleta foi retirada do contêiner no início da tarde e os militares usaram uma tecnologia a base de raio-X para identificar o conteúdo da bolsa. Felizmente, era nada ofensivo. Somente livros e CDs.
Homens do Esquadrão Antibombas da Polícia Militar foram acionados. Foto: Divulgação/PMDF/Jornal de Brasília
Homens do Esquadrão Antibombas da Polícia Militar foram acionados.
Foto: 
Divulgação/PMDF/Jornal de Brasília
Da Redação Do Jornaldebrasilia.com.br


Vigilante dorme, e ladrões furtam seis TVs de escola pública no Distrito Federal - DF


Distrito Federal-DF
G1.globo.com-15/07/2016: Ladrões furtaram seis TVs de 42 polegadas da Escola Classe 8 de Brazlândia, no Distrito Federal, na noite desta quinta-feira (14) depois de o vigilante do período noturno dormir. De acordo com a Polícia Civil, o funcionário estava bêbado. A Secretaria de Educação investiga o ocorrido. O colégio passou por perícia na manhã desta sexta.

De acordo com a secretaria, os televisores são usados para exibir filmes e documentários como complemento às aulas de 12 turmas. A escola tem 386 alunos do 1º ao 5º ano matriculados. O expediente desta sexta foi suspenso. Ninguém havia sido preso até a publicação desta reportagem.

As equipamentos foram comprados com verba do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira. A Secretaria de Educação não informou o valor das TVs. Segundo a pasta, esta foi a primeira vez que o colégio foi furtado e a direção da instituição afirma que estuda a compra de novos televisores "o quanto antes", para evitar prejuízos às aulas.

A Secretaria de Segurança Pública informou que a Escola Classe 8 de Brazlândia não faz parte das 20 unidades de ensino que concentram 22% das ocorrências criminais registradas em perímetro escolar em 2016. As escolas que lideram o ranking de criminalidade em ambiente escolar estão espalhadas por Ceilândia, Planaltina, Plano Piloto, Samambaia, Taguatinga, Guará e Gama.

Alexandre Bastos Do G1 DF


Vigilantes do Distrito Federal em greve cobram salário de junho - DF


Distrito Federal-DF
Radioagencianacional.ebc.com.br-13/07/2016: Vigilantes de hospitais, postos de saúde e Unidade de Pronto-Atendimento (UPAs) do Distrito Federal entraram em greve nesta quarta-feira. Eles pedem o pagamento do salário de junho, que deveria ter sido depositado no último dia 7.

De acordo com o Sindicato dos Vigilantes do DF, a mobilização envolve cerca de 3 mil trabalhadores das empresas Ipanema e Brasília Segurança e atinge todas as cidades do DF.

Segundo o diretor do Sindicato, José Maria de Oliveira, um vigilante recebe cerca de R$ 1.800, mais vale- refeição de R$ 28 por dia trabalhado. E ele lamenta.

O GDF informou, em nota, que liberou nesta quarta-feira 22 milhões de reais para o pagamento das empresas de vigilância e segurança. E disse esperar que os serviços sejam normalizados o mais breve possível. Entramos em contato com as empresas Ipanema e Brasília , mas não obtivemos resposta.



Danyele Soares Da Redação Radioagencianacional.ebc.com.br


Porteiro salva idoso do "Boa noite Cinderela" no Guará - DF


DF
Noticias.r7.com-11/03/2015: Uma quadrilha de mulheres fracassou na madrugada desta quarta-feira (11) ao tentar roubar um idoso no Guará (DF) depois de aplicar nele o golpe conhecido como "Boa noite Cinderela" em que a vítima é dopada com substância entorpecente secretamente colocada na bebida.

Desconfiado do movimento e do transporte de objetos furtados do apartamento da vítima para o interior de um veículo, o porteiro do prédio chamou a polícia que prendeu as quatro jovens.

Ocorrência foi registrada na 1ª DP.  Foto: Reprodução / TV Record
Ocorrência foi registrada na 1ª DP.
Foto: Reprodução / TV Record
Elas foram levadas para a 1ª DP. O caso começou quando a vítima se interessou por uma das mulheres. Ela e mais três amigas então partiram para o apartamento na QI 23 do Guará e lá passaram a efetuar o roubo.

O "Boa noite Cinderela" é um dos modelos mais comuns de roubo em casas noturnas e bares. Os criminosos aproveitam o sono da vítima para roubar e furtar sem serem incomodadas pelas vítimas.

Do R7


Registro de vigilante deve ser expedido mesmo com inquéritos em andamento - DF


DF
Conjur.com.br-03/09/2014: Com base no princípio da presunção da inocência em ações penais, a Polícia Federal deve manter o registro profissional de um vigilante indiciado em inquéritos policiais pelos crimes de ameça, roubo e furto. A decisão é da 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

O colegiado apontou existir farta jurisprudência sobre o assunto no Supremo Tribunal Federal, no Superior Tribunal de Justiça e do próprio TRF-1. "O princípio constitucional da presunção de inocência afasta considerações referentes a inquéritos policiais e ações penais em andamento para servirem como fundamento à valoração negativa de antecedentes ligados à conduta social ou à personalidade de quem pretende o registro profissional para o exercício da atividade de vigilante”., apontou a relatora, juíza federal convocada Hinda Ghassan Kayath, que foi seguida por unanimidade.

Foto: Reprodução/OABDF.org.br
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 1ª REGIÃO.
Foto: Reprodução/OABDF.org.br
O chefe da delegacia da Polícia Federal de Uberlândia (MG) negou ao demandante o pedido de homologação do certificado de formação do curso de vigilante em razão de seu indiciamento em inquéritos policiais pela prática dos crimes de ameaça, furto e roubo. O pedido também foi negado pelo fato de o autor ter respondido a ações penais, embora as sentenças o tenham absolvido. A negativa da expedição do certificado fez com que a ação fosse instaurada na Justiça Federal.

Ao analisar o caso, o juízo de primeiro grau determinou à Polícia Federal que expedisse o Certificado ao requerente. “Julgo procedente o pedido e concedo a segurança para determinar à autoridade que proceda ao registro profissional do impetrante como vigilante, enquanto inexistir sentença penal condenatória em seu desfavor”, diz a sentença.

A União, então, recorreu ao TRF-1. Sustentou “que o ordenamento jurídico impede o exercício da atividade de vigilante a quem não preenche os requisitos legais, máxime considerando a vedação ao porte de arma necessário ao exercício profissional pelo Estatuto do Desarmamento”.

O argumento foi rejeitado pelos membros da 6ª Turma. “O indiciamento em inquéritos policiais posteriormente arquivados e ações penais que ensejaram sentenças absolutórias são insuscetíveis de configurar maus antecedentes e não podem servir de obstáculo à homologação de registro do Certificado do Curso de Formação de Vigilante”, diz a decisão. Com informações da Assessoria de Comunicação Social do TRF-1.

Processo 0014549-67.2012.4.01.3803
Revista Consultor Jurídico


Agredidos por seguranças de boate no Distrito Federal ganham indenização - DF


DF
G1.globo.com-02/09/2014: A 5ª Vara Cível de Taguatinga, no Distrito Federal, condenou a casa de shows Via Stadium Beer Point a pagar R$ 6,2 mil de danos morais e materiais a um homem e uma mulher que foram agredidos por seguranças do estabelecimento em janeiro de 2012. A empresa não apresentou defesa no processo. Cabe recurso.

O G1 entrou em contato por e-mail com a empresa, mas não obteve contato até a publicação desta reportagem.

De acordo com a ação, o casal foi à casa para assistir a um show, mas acabou sendo agredido ao final da apresentação. Os dois registraram a ocorrência e passaram por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal dia seguinte. O órgão constatou a existência de lesões nos dois agredidos.

A mulher teve um dente danificado e, por conta do tratamento, teve de pagar duas amigas para substituí-la no trabalho nos dias em que precisou faltar. O juiz concedeu à mulher R$ 250 de indenização por danos materiais e R$ 4.000 por danos morais. O homem agredido ganhou indenização de R$ 2.000 por danos morais.

Uma testemunha ouvida no processo disse que quando o homem “chegou no portão da saída para ver o carro uma pessoa segurou ele pelo colarinho jogando ele contra a parede”. Também disse que os seguranças avançaram contra a mulher, “que só agrediu os seguranças revidando quando foi segurada pelo pescoço”. Como a casa de shows não apresentou defesa, o juiz tomou como verdadeiro o depoimento da testemunha.

Do G1 DF


Júri popular condena ex-porteiro e comparsa por crime da 113 Sul - DF


DF
R7-13/12/2013: O Tribunal do Júri de Brasília condenou na madrugada desta sexta-feira (13) o ex-porteiro Leonardo Campos Alves, e o seu comparsa Francisco Mairlon Barros Aguiar. Eles são acusados de matar com 73 facadas o ex-ministro do TSE, José Guilherme Villela, 73 anos, a mulher dele, Maria Carvalho Mendes Villela, 69 anos, e a empregada da família, Francisca Nascimento Silva.

Foto: Divulgação/R7/TJDFT
Após cerca de 45h de sessão em 4 dias de julgamento,
a sentença foi lida às 4h10 desta madrugada.
Foto: Divulgação/R7/TJDFT
Após cerca de 45 horas de sessão em quatro dias de julgamento, a sentença foi lida às 4h10 desta madrugada. Outros dois réus aguardam decisão da justiça após julgamento de recurso. A filha do casal, Adriana Villela, apontada pela acusação como a mandante do crime, aguarda julgamento em liberdade. Já Paulo Santana está preso desde 2009 quando também foi apontado como co-autor do crime.

Leonardo Campos Alves foi sentenciado a 60 anos de reclusão e Francisco Mairlon Aguiar recebeu a pena de 55 anos de prisão. Ambos devem cumprir pena em regime inicial fechado e não têm o direito de recorrer em liberdade. Eles foram condenados por homicídio qualificado e furto qualificado.

De acordo com o assistente da acusação Pedro Calmon, a justiça foi feita já que os acusados cometeram um crime pavoroso.

— Na verdade esse caso teve uma conotação muito grande de selvageria, porque só a empregada (Maria Francisca) recebeu 27 facadas nas costas. E ainda houve roubo de joias e dinheiro.

Já para a defesa do ex-porteiro Leonardo Campos, o advogado Pedro Henrique Abreu, o julgamento não foi justo e a sentença foi exacerbada. Ele afirmou que pretende recorrer da decisão e pedir a anulação da decisão do júri.

A defesa de Francisco Mairlon, o advogado Kleber Lopes, criticou a promotoria por apresentar uma prova surpresa durante o julgamento. Esta prova seria uma carta que relatava detalhes de como o crime foi planejado e executado. A defesa tentou desqualificar a prova, mas o juiz autorizou a leitura para o júri.

— Nós não temos a figura da prova surpresa no nosso ordenamento jurídico. Então esses fatos vão se somando, e num contexto em que um júri se impressiona muito com o que acontece durante o julgamento, eu não tenho dúvida que isso comprometeu a isenção do conselho de sentença.

Do R7


Delegado afirma que porteiro convenceu comparsa para matar casal Villela em troca de dinheiro - DF


DF
R7-10/12/2013: Começou na manhã desta terça-feira (10) a primeira sessão de julgamento que vai apontar os culpados pelo triplo homicídio conhecido como Crime da 113 Sul. O primeiro depoimento foi do delegado Renato Nunes Henrique, que prendeu o porteiro Leonardo Campos Alves em Montalvânia (MG). Ele afirmou que o acusado convenceu o comparsa Paulo Cardoso a participar do crime porque receberia “dinheiro fácil”, já que as mortes foram encomendadas pela filha das vítimas, Adriana Villela.

Foto: Divulgação/R7/TV Record
Maria Carvalho Mendes Villela, 69 anos e José Guilherme Villela, 73 anos. 
Foto: Divulgação/R7/TV Record
O caso ganhou notoriedade devido aos vários desdobramentos e pela crueldade empregada no assassinato do ex-ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) José Guilherme Villela, 73 anos; da mulher dele, Maria Carvalho Mendes Villela, 69 anos; e da empregada da família Francisca Nascimento Silva.

Durante o depoimento, o delegado Renato Nunes reclamou que a policia do DF foi a Montalvânia prender Leonardo e sequer avisou a polícia da cidade. Com medo de que os policiais ferissem os procedimentos legais da profissão, o delegado disse ter mandado os agentes de Montalvânia acompanhar tudo. Já que ele acreditava que a polícia do DF "não era legalista".

O julgamento começou com uma hora de atraso no Tribunal do Júri de Brasília. A defesa de Leonardo ainda tentou adiar alegando a falta de uma testemunha importante, mas o juiz não acatou. A presença da delegada Marta Vargas, chamou a atenção. Ela foi a primeira delegada de polícia a investigar o caso, mas foi afastada por suspeita de plantar provas e até de ter consultado uma vidente para esclarecer os casos. A delegada foi exonerada da Policia Civil e foi arrolada como testemunha de defesa do ex-porteiro Leonardo Campos Alves.

Relembre as reviravoltas na investigação do triplo homicídio
Além de Leonardo, Francisco Mairlon Barros será julgado pelo júri popular. Eles chegaram escoltados do Complexo da Papuda onde estão presos desde 2010. Segundo o Ministério Público, o ex-porteiro do prédio onde o casal Villela morava, confessou ter matada o ex-ministro, a mulher dele e a empregada da família com mais de 70 facadas. Mas defesa do réu quer mostrar aos jurados, que o cliente confessou depois de ter sido torturado. Fato que, segundo o advogado, deixou o acusado quase surdo.

O julgamento não deve terminar nesta terça-feira. Entre os suspeitos está ainda a filha do casal assassinado Adriana Villela. Ela é acusada de ser a mandante do crime e de ter contratado os outros suspeitos para executar os pais e a empregada da família. Não há previsão de quando será o julgamento de Adriana. Ela aguarda o resultado do recurso em liberdade.

Por Paulo Mondego, do R7 | Colaborou Francy Rodrigues, repórter da TV Record


Médica dá tapa e empurra vigilante após ser barrada em estacionamento de hospital - DF


DF
R7-27/09/2013: Um vigilante do HRC (Hospital Regional de Ceilândia), no Distrito Federal, diz que foi agredido por uma médica que trabalha no local, na tarde desta quinta-feira (27).

De acordo com a assessoria de comunicação da Polícia Civil do DF, a médica teria empurrado o vigilante, dado um tapa na mão dele e ainda o chamado de "vagabundo".


A vítima, que trabalha no hospital há oito meses, não reconheceu a médica, que tentava entrar no estacionamento da unidade, e pediu para que ela se identificasse.

A mulher teria o ofendido com palavras de baixo calão e o vigilante barrou a entrada dela.

A médica diz que confirmou a sua identificação, mas ao tentar estacionar o carro foi impedida pelo vigilante, pois o carro não tinha o adesivo que permite ser estacionado no local. A mulher justificou que estava com o carro da filha.

A servidora do hospital confirma que houve discussão, mas nega as agressões. O caso foi registrado na 15ª DP como injúria e vias de fato.

Em janeiro deste ano, o paciente Daniel Felix Nogueira Vasconcelos acusou uma médica, também do HRC, de agredi-lo, no Setor de Emergência e Clínica Médica. O homem diz que a médica Luiza Pimentel teria o pegado pelo braço e gritado com ele.

Imagem: Reprodução/TV Record Brasília
Furiosa, médica agrediu vigilante no Hospital Regional de Ceilândia.
Imagem: Reprodução/TV Record Brasília
Do R7


Seguranças do STF tentam esconder pizzas deixadas por manifestantes - DF


DF
BahiaNotícias-19/09/2013: Os seguranças do Supremo Tribunal Federal (STF) tiveram de esconder as 37 pizzas que foram deixadas na frente do prédio do Tribunal na tarde desta quinta-feira (19).

Um grupo de manifestantes, identificados como integrantes do Movimento Novo Brasil, tentou entregar as pizzas aos ministros em protesto contra a aceitação dos embargos infringentes, mas foi barrado na porta, ao tentar passar pelos detectores de metais.

Foto: André Coelho/O Globo
Seguranças do Supremo Tribunal Federal (STF).
Foto: André Coelho/O Globo
As pizzas, que foram deixadas na porta do prédio, foram rapidamente recolhidas por cerca de dez seguranças do Tribunal, que tentaram impedir que os fotógrafos e cinegrafistas que testemunhavam a cena fizessem fotos e imagens das 37 caixas, cada uma delas marcada com o nome de um dos réus do processo do mensalão.

Segundo o jornal O Globo, os manifestantes afirmaram que a entrega das pizzas é um protesto contra o resultado da sessão desta quarta-feira (18) do STF, quando o ministro Celso de Mello proferiu seu voto favorável aos embargos infringentes e deu maioria em favor da aceitação desses recursos.


Vigilantes de carro forte matam ladrão de lotérica no Entorno do Distrito Federal - DF


DF
R7-01/08/2013: O corpo de um jovem, ainda não identificado, foi encontrado pela polícia dentro de um carro com marcas de tiro em Valparaíso, Entorno do Distrito Federal. A vítima, na companhia de outros dois homens, teria trocado tiros com vigilantes de um carro forte após assaltar uma casa lotérica na região.

De acordo com a polícia, Jonatas Rodrigues da Silva, de 19 anos, e Hugo Alexandre de Melo, de 27, foram presos logo depois de participarem do crime. A dupla foi abordada no meio da rua.


Com os rapazes, os policiais encontraram uma arma e cerca de R$ 1,2 mil, dinheiro roubado durante o assalto na casa lotérica. Os dois foram encaminhados para o Ciops (Centro Integrado de Operações de Segurança) da região.

Segundo os funcionários do estabelecimento, o trio chegou por volta das 17h e estava armado. Os acusados levaram o que conseguiram. Mas na hora de saírem do local, eles levaram um susto ao encontrar um carro forte estacionado em frente à casa lotérica.

Durante a troca de tiros, um dos assaltantes foi baleado pelos vigilantes. Em seguida, o trio conseguiu fugir, abandonando o comparsa, já morto, dentro do veículo.

Do R7, com informações da TV Record


Jovem diz que foi espancado por seguranças de boate gay - DF


DF
G1-30/07/13: Um jovem de 18 anos afirma que foi espancado em uma boate voltada para o público gay, no Setor de Oficinas Sul do Guará, Distrito Federal, na madrugada do último sábado (27). Ele conta que a agressão começou depois de se recusar a pagar pelo uso do banheiro.

Os hematomas estão no rosto, braços, joelhos e nas mãos de José Lucas. Ele tem dificuldade em andar por causa de dores pelo corpo. O rapaz mostrou o celular quebrado e roupas sujas e rasgadas que, segundo ele, foram usadas no último sábado.


José Lucas conta que estava no banheiro da boate com mais dois amigos. De acordo com ele, um segurança chegou e pediu eles pagassem R$ 50 por terem usado o banheiro mais de uma vez na mesma noite.

Os dois amigos da vítima disseram que não iam pagar e saíram. Mas, segundo José Lucas, ele foi encurralado pelo segurança, que chamou a chefe do setor.

A responsável pela segurança, conforme a versão do jovem, apareceu com mais três vigilantes. Neste momento, uma discussão começou. José Lucas conta que foi agredido com tapas e socos no rosto e na barriga e, depois, foi levado para fora da boate, onde apanhou novamente.

"Eles me agrediram até que eu ficasse desacordado. Acredito que houve preconceito da parte deles, devido aos xingamentos que eles falavam o tempo todo enquanto me agrediam. A gente sai pra se divertir e, devido a um ato de despreparo e violência completamente desumano, acabo passando por tudo isso. É triste, é lamentável e revoltante", fala o rapaz.

O dono da boate, Múcio Melo, informou que os sete seguranças foram afastados até que o caso seja esclarecido. Melo disse, no entanto, que há testemunhas que desmentem a versão do jovem. Ele estaria incomodando clientes, por isso, foi retirado do local.

Um jovem que prefere não ser identificado estava no banheiro e presenciou o início da confusão. Ele fotografou o rapaz logo após a agressão. "Ele estava todo machucado, todo sujo e em estado de choque. Fiquei em estado de choque em vê-lo daquele jeito", falou.

O caso foi registrado na delegacia de Taguatinga Norte, a 17ª DP. José Lucas fez exame no IML e também no Hospital de Taguatinga.

Do G1 DF


Vigilantes não têm direito a adicional de periculosidade - DF


DF
Conjur-11/07/13: Por falta de regulamentação, o juiz Denilson Bandeira Coêlho, titular da 4ª Vara de Brasília, julgou improcedente o pedido de pagamento de adicional de periculosidade a todos os vigilantes de uma universidade, com base no artigo 193, inciso II, da Consolidação da Lei do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei 12.740/2012.

De acordo com o juiz Denilson Coêlho, o artigo 193 da CLT prevê que todas as atividades e operações perigosas, incluindo as de profissionais de segurança pessoal ou patrimonial, devem ser regulamentadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o que ainda não ocorreu até o momento.

O tema está em fase de consulta pública perante o Ministério do Trabalho e Emprego (Portaria 367/2013), para cumprimento do determinado no artigo 196 da CLT, que neste caso, continua em vigor. O dispositivo prevê que o adicional de periculosidade será devido a partir da data de inclusão da atividade nos quadros aprovados pelo Ministério do Trabalho.

Com esse entendimento e citando precedente jurisprudencial do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, o juiz indeferiu o pedido feito pelo Sindicato dos Auxiliares de Administração Escolar em Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (SAEP-DF).

Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT da 10ª Região


Importante trabalho da portaria - DF


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ColetivoMaisComunidade-09/07/13: É normal que os moradores de condomínios residenciais criem uma relação de amizade com os porteiros. Afinal, eles estão ali todos os dias, convivendo diretamente e são os responsáveis pelo controle de acesso dos visitantes e moradores e ainda prestam serviço para a segurança do local. Uma profissão um tanto esquecida pela população, mas que é essencial.

Foto: Gilda Diniz
O porteiro Arlan Batista diz que quem trabalha em portaria não quer mais sair.
Foto: Gilda Diniz
Para a contratação dos funcionários, geralmente os condomínios optam pela abordagem direta, mas existem alguns que buscam a facilidade e terceirizam os serviços. A contratação direta possui seus pontos fortes como maior controle dos funcionários, pois é possível acompanhar melhor a execução dos trabalhos e a questão dos salários. Geralmente, os condomínios pagam muito acima dos pisos salariais, justamente para motivar e garantir melhores serviços prestados. “A relação entre nós e os funcionários é muito boa e isso agrega valor aos serviços que acabam se diferenciando”, diz a síndica do condomínio Vivendas Lagoa Azul, Júnia Bittencourt.

“Quem está trabalhando dentro de condomínio, não quer mais sair. O salário é bom e os moradores tratam muito bem”, diz o porteiro Arlan Batista, 29 anos. Ele também explica que ser porteiro é como toda profissão, tem seus dias tranquilos e outros corridos.

Formação – Mesmo existindo uma boa relação entre os porteiros, os moradores e os síndicos de um condomínio, o mercado de trabalho sempre pede que os funcionários sejam qualificados. Geralmente, os sindicatos fornecem cursos para os vigias condominiais e porteiros, o que valoriza ainda mais o profissional.

Por Ludmila Sobral Da Redação Jornal Coletivo


Vigilante cria disco voador para desafogar o trânsito nas ruas da capital federal - DF


DF
R7-11/06/13: O vigilante Barnabé Malaquias, insatisfeito com o trânsito e com o transporte público do Distrito Federal, decidiu criar um meio de transporte diferente para locomação da população. A proposta, feita em 3D, é um disco voador.

Ele disse que a realidade da população atualmente não é das melhores, uma vez que motoristas e passageiros precisam passar horas dentro dos veículos presos nos congestionamentos nas ruas da capital federal.

Foto: Reprodução / TV Record Brasília
Projeto do disco voador foi apresentado em 3D.
Foto: Reprodução / TV Record Brasília
A confusão também reflete na vida dos pedestres e ciclistas, que muitas vezes dividem espaço com carros, motos e ônibus.

O inventor teve a ideia há quase 20 anos e se inspirou, literalmente, nas naves espaciais para montar e engenhoca.

— Minha vontade era montar o disco voador com duas hélices. Isso é bom para evitar o trânsito e chegar mais rápido aos destinos.

Aos 69 anos e perto de se aposentar, seu Barnabé tem muita história para contar. Além de inventor, ele também é ótimo em Raciocínio Lógico e gosta de contar piadas.

Para sustentar a família e ajudar os pais, trabalhou na lavoura, foi cozinheiro e auxiliar de serviços gerais. Depois de tantas tentativas de levar o projeto adiante, ele acredita que a melhor fase é agora.

— Peço ajuda de parceiros para tornar esse meu sonho em realidade. Preciso de uma equipe com engenheiro, mecatrônico e patrocínio. É a sementinha que estou deixando para gerações futuras e que ajudará muita gente.

Do R7, com a TV Record Brasília


Instrutor treina seguranças de Dilma - DF


DF
JCnet-08/06/13: A segurança é um dos grandes temores quando se fala dos grandes eventos que serão realizados no Brasil nos próximos anos. Por isso, as autoridades já começaram a aperfeiçoar seus métodos para evitar problemas. O instrutor de uma academia de Bauru, Douglas Pastre Gonzales, passou o treinamento de uma técnica militar brasileira a, nada menos, que os seguranças da presidenta Dilma Rousseff.

Foto: Reprodução JCnet
Com a arma empunhada, instrutor ensina aos seguranças
presidenciais técnicas de desarme.
Foto: Reprodução JCnet
O instrutor da Academia de Tática e Artes de Combate (Atac) ministrou o curso em Brasília no mês passado, juntamente com outros especialistas de diversas partes do Brasil da técnica chamada de kombato. Entre eles, estava o mestre Paulo Albuquerque, idealizador e fundador da técnica que existe desde 1989 contra a violência urbana.

“As instruções foram passadas a oito seguranças presidenciais. Depois, eles irão repassar para todos os outros setores que fazem a segurança da presidenta”, explica Gonzales. Os seguranças que participaram do curso foram aqueles avaliados como os mais capacitados. Por conta disso, passaram a ser chamados de “os oito escolhidos”.

O curso foi realizado na própria base de treinamento físico dos seguranças, no Palácio do Planalto. De acordo com o instrutor, foram explanadas tanto técnicas de combate desarmado quanto armado.

“As instruções envolviam contenção e imobilização de indivíduos, combate com lâminas e Decaf (sigla usada para defesas contra ameaças de armas de fogo), defesas de terceiros e ainda a legislação sobre autodefesa”, relata.

O curso teve duração de uma semana. Gonzales participou efetivamente de dois dias, onde foram treinados os desarmes de armas de fogo e também realizados testes físicos e psicológicos dos seguranças presidenciais. “Eles se saíram muito bem”, relata o instrutor.

Prevenção
Apesar de o curso ter sido realizado no mês passado, já existem contatos há cerca de um ano. Foi a própria equipe da presidência que contatou os especialistas da técnica com interesse no treinamento.

O instrutor Douglas Gonzales explica que um dos diferenciais do kombato é exatamente o foco não só na defesa, mas também na prevenção. “Essa é uma parte muito importante. Mostramos como se prevenir da violência urbana. No caso de civis, damos instruções de como se portar na rua, dirigir, entre outros. Até como se vestir é algo que conta e que explanamos”, revela.

Outro ponto fundamental e que foi elogiado no treinamento é a parte de leitura corporal. “Nesses grandes eventos, como a Copa das Confederações e a Copa do Mundo, imagine como essa leitura labial é importante para a segurança presidencial. É uma prevenção fundamental”, complementa o instrutor.

Após o curso, a Secretaria de Segurança Presidencial emitiu certificados aos responsáveis pelo treinamento. “O curso foi muito elogiado. Tanto que já está sendo programada uma segunda versão para ser realizada em breve”, finaliza Douglas Pastre Gonzales.

Serviço
A Academia de Tática e Artes de Combate (Atac) fica na rua Virgílio Malta, 4-21, Centro. Mais informações pelo telefone (14) 3021-9463.

Kombato
O kombato é uma arte desenvolvida desde o final da década de 1980, pela Marinha do Brasil com fundamentos do Kali Silat e do Krav Maga, técnica militar israelita. Uma das curiosidades é que o praticante aprende a se defender utilizando objetos do dia a dia, saindo da posição de vítima e se tornando uma real ameaça ao agressor.

Algumas siglas ilustram as etapas do treinamento e as situações que elas envolvem: Pare (Prevenção, Ação e Reação), Roda (Ronda Visual, Decisão e Ação) e Ivan (Inimigo de Maior Volume, Armado e em Maior Número).

Diversas instituições já aderiram à técnica
Nos últimos anos, várias instituições começaram a ser treinadas por meio do kombato. Forças Armadas, organizações policiais e empresas de segurança já aderiram aos ensinamentos. Em Bauru, o Batalhão Aéreo do Águia da PM também foi treinado.

O instrutor Douglas Gonzales conta que já ensinou a técnica a membros da Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga; do Exército Brasileiro, sendo condecorado em 2010; agentes penitenciários (ASPs); e agentes de escolta e vigilância penitenciária (AEVPs).

O instrutor ainda explica que as técnicas ensinadas aos civis são diferentes das ensinadas aos militares. Um dos pontos interessantes do treinamento civil são as técnicas específicas para mulheres. Entre outros movimentos, treina-se como se livrar de situações de estupro, por exemplo.

Vitor Oshiro / Colaborou Redação


Seguranças confundem símbolo da Quadrangular com bandeira gay em manifestação - DF


DF
Gospelprime-06/06/13: Um equívoco no palco da manifestação pacífica promovida por evangélicos em Brasília chamou a atenção da imprensa secular. Um pastor da Igreja Quadrangular portava uma bandeira com o símbolo da denominação e foi confundido, pelos seguranças do evento, com uma bandeira gay e foi retirado do palco.

O símbolo da igreja é formado por quatro símbolos, os pilares da igreja que são Jesus Salva, Batiza no Espírito Santo, Cura e Voltará. Cada símbolo é postado com o fundo colorido nas cores vermelho, amarelo, azul e roxo.

A mistura de cores foi o principal motivo da confusão, já que a bandeira do movimento LGBT é colorida. A assessoria do pastor até tentou esclarecer a confusão, mas não teve chances de conversar com os seguranças que forçaram a saída do pastor.

O evento desta quarta-feira (5) foi promovido pela Associação Vitória em Cristo tendo o pastor Silas Malafaia como líder. A proposta foi realizar uma manifestação pela liberdade de expressão, liberdade religiosa e família tradicional.

Dezenas de pastores, das mais diferentes denominações evangélicas, estiveram presentes e tiveram a oportunidade de falar com os mais de 50 mil presentes que lotaram o espaço na frente da Esplanada dos Ministérios.

De acordo com dados do jornal Estado de São Paulo o evento custou R$500 mil e foi arcado pela AVEC. Entre as atrações musicais que participaram do evento podemos citar Lauriete, Nani Azevedo, Thalles Roberto, Aline Barros, André Valadão, Eyshila, Bruna Karla e muitos outros.

Por Leiliane Roberta Lopes


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