Jornal Correio Centro Oste - 22/05/12: O vigilante André Luís de Andrade, morador há quatro anos e meio do bairro Nova Morada II, veio à redação do CCO na tarde da última terça-feira, 15, para publicar sua reclamação referente aos buracos, mato e problemas com esgotamento de água na Estrada Municipal, que dá acesso ao aterro sanitário.
Segundo o vigilante, é preciso mais atenção para com o bairro, por parte das autoridades. “Precisava que as autoridades, o poder Executivo juntamente com os vereadores, olhassem mais para o bairro Nova morada II, que está muito desleixado”, conta.
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| Fotos: Cristiana Teixeira |
A falta de calçadas e o mato são problemas frequentes. “Na verdade, funcionários da Prefeitura tiveram lá no bairro colhendo assinaturas dos moradores e fizeram acordo com o pessoal de eles entrarem com mão de obra e a Prefeitura doava cimento, areia, brita. E até hoje os moradores do bairro estão aguardando o material, mas não chegou para fazer o passeio. Isso tem menos de um ano. A preocupação da gente é uma criança ou idoso estar no passeio (na parte onde existe a calçada) e, devido ao mato, ir para a rua. E não deixa de trazer inclusive animais peçonhentos; um dos moradores do bairro foi picado por cobra, há mais ou menos um ano. Fica difícil!”, relata.
André diz que está decepcionado com a situação. “Me sinto afastado, ilhado, é muito triste. A gente que é morador fica triste. Sou morador do bairro e desejo melhoras para o bairro. Ainda que seja mais afastado do centro da cidade, merece respeito do poder Executivo. Os moradores lá são pessoas honestas, trabalhadoras, boas. Queremos mais atenção. O Prefeito, antes de ganhar a eleição, prometeu ajudar o pessoal com muro, passeio, lajes, e infelizmente não foram cumpridas as promessas”, conclui.
Assessoria não se manifesta
Na tarde da última quarta-feira, 16, a reportagem do CCO enviou e-mail para a Assessoria do Governo, pedindo esclarecimentos referentes às reclamações do morador. Logo após a mensagem ter sido encaminhada, foi comunicado à Assessoria, por telefone. Observando o horário de fechamento do jornal, o prazo máximo dado para envio das respostas foi até as 14h de quinta-feira, 17. Porém, até o fechamento da matéria a Assessoria não havia encaminhado esclarecimentos ao jornal.
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