G1-09/07/13: Uma jovem de 25 anos acusa o segurança de uma casa de shows de Salvador de ter agredido ela e a prima, de 23 anos, após um show realizado na madrugada do domingo (7). Em entrevista ao G1, Mariana Simões conta que o segurança utilizou a força física para agredi-la, e jogou a prima para fora do bar.
“Fui para um show na madrugada de domingo. Antes de terminar o show, paguei a minha comanda e a comanda da minha irmã. Quando terminou o show, minha prima e uma amiga estavam na fila para poder pagar as comandas delas, e passei pela corda de isolamento para poder acompanhá-las. Foi nesse momento em que o segurança pediu para eu sair porque eu estaria furando fila. Tentei argumentar e explicar que eu só estava acompanhando as meninas, que eu já tinha pago a minha comanda, mas ele foi bruto e me jogou para fora do estabelecimento. Minha prima foi interferir, e ele a jogou para fora do local. Com isso, ela caiu e fraturou o pulso”, explicou ao G1.
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| Jovem diz que prima foi jogada para fora do estabelecimento. Foto: Cláudio Simões / Arquivo Pessoal |
“Os dois foram bastante grosseiros. Nos jogaram para fora do bar na frente de outros clientes. Frequento esse local há mais de dois anos. Com toda essa situação, chamei a polícia e registrei queixa. Depois, eu e minha prima realizamos o exame de corpo de delito”, disse. A queixa foi registrada na delegacia da Barra, em Salvador.
Em nota oficial, o Groove Bar, local onde aconteceu o incidente, informou que a “confusão aconteceu entre clientes”. A casa de show afirma que um outro cliente abordou a jovem por acreditar que ela estava furando a fila. O estabelecimento informa ainda que, “a partir deste mal entendido, iniciou-se a confusão, direcionando-se para a saída do bar. O gerente da casa e o porteiro da noite responderam aos questionamentos dos policiais, que informaram a impossibilidade de realizar qualquer tipo de ação naquele momento, pois o outro cliente envolvido já havia se ausentado do local. Os policiais sugeriram que elas se dirigissem à delegacia mais próxima. O Groove Bar lamenta o ocorrido”.
A jovem discorda do posicionamento do estabelecimento. “Era um segurança, não cliente. Estava todo de preto, com equipamento no ouvido facilmente identificável. Os outros seguranças apenas o observavam nos agredir, sem interferir. Provavelmente era o chefe de segurança, mas isso não posso confirmar. Os funcionários de segurança do Groove Bar usam terno, mas sei que os chefes de segurança geralmente andam à paisana. Garanto que não era um cliente e garanto que não foi um cliente chateado por achar que furei a fila", diz a cliente.
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