G1.globo.com-23/07/2016: O Sindicato dos Vigilantes do Paraná emitiu uma nota repudiando o afastamento do segurança de uma agência bancária em Foz do Iguaçu, no oeste do estado, após um cliente tirar toda a roupa na entrada do banco. O episódio ocorreu no dia 14 e as imagens do protesto do homem que ficou nu ao se dizer impedido de entrar no estabelecimento se espalharam pela internet.
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| Em vídeo, homem aparece sem roupa após ser barrado em agência bancária em Foz do Iguaçu. Foto: Reprodução/YouTube/G1 PR |
Na quinta-feira (21), a assessoria de imprensa do Itaú Unibanco informou também por meio de nota que lamentava qualquer constrangimento causado pelo cliente, que o caso estava sendo analisado e que o segurança havia sido afastado.
Nas imagens feitas com um telefone celular, o homem ainda não identificado aparece bastante revoltado e já sem roupa na porta do Banco Itaú, da Vila Portes. É possível ouvi-lo reclamando com o segurança.
“Já deu? Você não falou para tirar a roupa, cara? Você falou para tirar a roupa para entrar. O cara mandou, eu falo. Não sou moleque, não. Não sou criança. Tá a tua voz ali, cara. Não tenho vergonha de tirar a roupa, não. Tu me desrespeitou, cidadão. Sou um cara sério”, diz enquanto outras pessoas o apoiam na atitude. A sequência não mostra se o cliente entrou na agência depois.
Desrespeito
No comunicado, o sindicato alerta para uma série de procedimentos que, segundo a entidade, a população muitas vezes desconhece. “A porta trava automaticamente, não é o vigilante que o faz; a calibragem é para travar até moedas, então evite ir ao banco cheio de metais; a porta giratória reduziu em até 95% o número de assaltos a banco; o segurança é responsável pela vida dos trabalhadores da agência e dos clientes, por isso o respeite, ele não colocará em risco a agência.”
Ao destacar que a profissão de segurança privada é regulamentada pela Polícia Federal, o Sindivigilantes reforçou ainda que “o desrespeito do cliente para com o vigilante é a maior causa de afastamento desses profissionais por doenças da mente, pois a humilhação combinada com a tensão, causam danos irreparáveis a esse profissional. Muitos são afastados e nunca mais voltam a exercer a profissão”.
Fabiula Wurmeister Do G1 PR, em Foz do Iguaçu veja também:
















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