G1.globo.com-28/06/2016: Vigilantes que prestavam serviços de segurança para deputado estaduais cobraram nesta terça-feira (28) o pagamento de três meses de salários atrasados da empresa Vigex, contratada pela Assembleia Legislativa do Amapá (Alap) para o serviço.
De acordo com os trabalhadores, o atraso é resultado de falta de certidões necessárias da empresa para receber o dinheiro da Assembleia Legislativa. O problema ocasionou uma manifestação em frente à sede da Vigex e provocou a interdição da Rua Jovino Dinoá, no bairro Jesus de Nazaré, na Zona Central de Macapá.
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| Vigilantes protestaram em frente a empresa em Macapá. Foto: Abinoan Santiago/G1 |
Além do débito de remuneração, os vigilantes cobram o depósito do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e rescisão dos contratos após a Assembleia Legislativa do Amapá dispensar os serviços por proibir deputados de usarem segurança com dinheiro público em imóveis pessoais desde o início de 2016.
“Nós saímos da casa dos deputados e os contratos foram encerrados. Recebemos somente janeiro e fevereiro. Falta ainda março e abril, temos 19 meses de FGTS não depositados, mas a empresa não quer resolver o nosso problema. O sindicato mandou para a Vigex as nossas homologações das carteiras de trabalho, mas ela engavetou”, reclamou o vigilante Alexandre Marques, de 33 anos.
Ao todo, 112 vigilantes atuavam em casas de deputados e na Assembleia Legislativa do Amapá sob regime de 24 horas, sendo quatro seguranças para cada imóvel.
por Abinoan Santiago | Do G1 AP veja também:
















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