Vigilância armada requer capacitação e garantia da segurança do contratante - MG


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Jornaldeuberaba.com.br-08/03/2015: O aumento acentuado da criminalidade e, consequentemente, da insegurança resultou na contratação de vigilantes ou seguranças particulares. O presidente do Sindicato dos Vigilantes de Uberaba e Vale do Rio Grande, Ricardo Teixeira, revela que, em Uberaba, são 1.330 trabalhadores atuando na vigilância. Contudo, cerca de 50% estão na clandestinidade.

Teixeira ressalta que o Sindicato e a categoria regulamentada estão engajados no combate à clandestinidade de empresas que atuam no ramo de vigilâncias privadas irregulares. Ele adverte que segurança privada sem autorização é crime e representa um grande risco para a segurança.

Contratos 
Teixeira orienta que, no ato da contratação de uma empresa de segurança privada, o contratante deve escolher adequadamente as prestadoras de serviços de vigilância privada que estão credenciadas à Polícia Federal. “Quem contrata uma empresa em desacordo com as normas exigentes corre risco. A empresa de serviços de vigilância privada requer a prévia autorização do Departamento de Polícia Federal do Estado. Quando a empresa é legalizada, o vigilante passa por um curso em escola autorizada pela Polícia Federal e, em determinado período, por uma reciclagem. Neste processo, também são verificados os antecedentes criminais”, citou.

Ricardo alerta que um dos grandes riscos está relacionado a empresas que atuam com vigilantes clandestinos, que estão em farmácias, supermercados e lojas. “Ao invés de garantir a segurança, essa pessoa despreparada pode colocar a segurança em risco. O profissional qualificado age com todas as cautelas necessárias, promovendo segurança e defesa do patrimônio ou segurança física de pessoas de forma armada ou desarmada”, explicou.

Contratação
Polícia Federal. Ricardo Teixeira sugere que, no ato da contratação, o interessado deve ligar na Polícia Federal (PF) e questionar se a empresa de segurança está credenciada. “Os vigilantes possuem a Carteira Nacional dos Vigilantes (CNV). Antes de contratar segurança privada, o organizador de um evento deve conhecer a empresa, verificar a idoneidade e se ela possui alvará de autorização de funcionamento concedido pela PF. Isso é uma garantia para o organizador do evento, pois, qualquer problema, a empresa vai ter que se responsabilizar pelo ocorrido”, completou.

Por Sandro Neves

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