Vigilantes querem receber adicional desde 2012 - SP


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DiárioSP-05/12/2013: O Ministério do Trabalho regulamentou o pagamento do adicional de periculosidade para vigilantes e trabalhadores que atuam no transporte de valor, mas ainda não conseguiu acalmar parte da categoria.

Representantes da Associação dos Profissionais de Vigilância, Segurança e Similares do Estado de São Paulo estão programando um novo protesto na capital nesta sexta, desta vez para reivindicar que o benefício seja pago retroativamente a dezembro de 2012.

Foto: R.Cerqueira/Futura Press
Parte dos vigilantes fez protesto no dia 25 sem apoio do sindicato.
Foto: R.Cerqueira/Futura Press
“A regulamentação assinada pelo ministro Manoel Dias não atende as nossas reivindicações porque não obriga os empresários a pagar os valores retroativos”, disse Divaldo Soares Pereira, presidente da associação.

Segundo ele, há negociações feitas separadamente por empresas, mas nenhuma delas aceita pagar os valores acumulados.

Os sindicalistas querem a retroatividade a dezembro do ano passado porque foi o mês em que a presidente Dilma Rousseff (PT) sancionou o projeto de lei que estendeu o adicional aos vigilantes.

Pela lei aprovada, os trabalhadores passam a ter direito ao adicional que corresponde a 30% do piso salarial da categoria. Pereira disse que os vigilantes já poderiam estar recebendo o benefício, mas a demora na regulamentação emperrou a questão.

No dia 25, um grupo de vigilantes fez um protesto contra o atraso na solução do problema, fechando inclusive a Avenida Paulista. A manifestação não teve apoio do Sindicato dos Empregados das Empresas de Vigilância, que aguardava desde a semana passada a assinatura do ministro do Trabalho.

A posição do sindicato mostra uma divisão na categoria, que deve se repetir no protesto marcado para às 7h na Praça da República.

Os representantes do sindicato não aceitam nem mesmo comentar as manifestações e a decisão da associação de reivindicar o pagamentos dos atrasados.

O Sindicato das Empresas de Segurança do Estado informou, em nota, que o adicional é legítimo, mas disse que o pagamento “precisa ser concedido de forma gradual”, para evitar um impacto financeiro muito grande para as empresas.

“O setor de segurança privada não está preparado economicamente para o impacto desses custos adicionais”, disse João Palhuca, presidente do sindicato.

Por João Carlos Moreira Do Diário de São Paulo

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