JornalDoCampusUSP-10/12/2013: O portão principal da Universidade de São Paulo foi bloqueado para chamar atenção para a greve dos vigilantes, segunda-feira, dia 03 de dezembro. Os manifestantes, que já haviam realizado outros protestos pela cidade, reindivicam 30% do retroativo prometido por lei e lutam contra a empresa de segurança, Evik, que promove a vigilância na USP.
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| Luta contra empresa de segurança Evik é um dos motivos da greve. Foto: Filipe Delia |
Conforme Pedro Santos, a Evik também não respeita alguns direitos trabalhistas como a distruibuição de cesta básica e o pagamento de horas extras, e portanto, não poderia participar da licitação. No entendimento da APVSSESP, a reitoria da USP está sendo conivente com a empresa. O próximo passo para os manifestantes será a denunciar a universidade ao Ministério da Justiça.
Contatados pelo Jornal do Campus (JC), tanto a empresa Evik como a reitoria não responderam sobre o assunto até o fechamento desta edição. O JC já tinha noticiado em junho que os vigilantes estavam insatisfeitos em relação às suas condições de trabalho e que o retroativo ainda não estava sendo pago, mas as mudanças reivindicadas ainda não foram realizadas.
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