AVozDaCidade-03/09/2013: Em Volta Redonda na manhã de hoje, trabalhadores que atuam em empresas transportadoras de valores para abastecer as agências bancárias do município e região, paralisaram as atividades por quase seis horas. O protesto aconteceu em frente à garagem dos carros forte na Avenida Adalberto de Barros Nunes, Beira Rio. Os trabalhadores, com data-base em 1º de julho, reivindicam aumento salarial de 10%, aumento do ticket refeição de R$ 400 para R$ 700, a acordo anual e não de dois em dois anos como quer o Sindicato Patronal, além do fim do banco de horas.
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| Agentes de carro-forte durante ato de advertência. Foto: Evandro Freitas |
Rocha declarou ainda que, o objetivo é chamar a atenção do Sindicato Patronal que oferece zero de reajuste salarial e insiste nas negociações de dois em dois anos com a categoria. “Reajuste salarial tem que ocorrer todo ano e não de dois em dois anos como o Patronal quer. Amanhã, o agente de carro forte não tem nenhuma segurança, corre risco de vida todos os momentos e ainda não contam com benefícios trabalhistas. Conta apenas com um salário de R$1.844, mas não tem segurança”, informa Rocha, destacando que, se não houver consenso por parte do Patronal, a greve geral será anunciada nos próximos dias.
Em Volta Redonda, segundo o presidente, são cerca de 500 trabalhadores que prestam serviços para quatro empresas, a Prosegur, Proteger, Transexpert e Brinks. “É a primeira vez que ato como esse acontece no interior, já que aqui a categoria não tinha representação. Por isso, aqui os trabalhadores sempre ficaram por conta das migalhas oferecidas pelos patrões. Mesmo correndo risco de vida em todo o momento de trabalho, a categoria nunca foi beneficiada. Agora, esses funcionários contam com nosso sindicato”, destaca, ressaltando que, desde o inicio do dia de trabalho, os agentes estão sujeitos a morrer dentro do carro por criminosos que usam armamentos muito mais “poderosos” do que dos trabalhadores. “Até nas máquinas eletrônicas esses trabalhadores correm risco de vida. Mesmo assim, não são valorizados pelos patrões. Por isso, o sindicato vai lutar até o fim para que as reivindicações da categoria sejam atendidas. Vamos aguardar as negociações e caso nada seja resolvido haverá greve geral em todo o Estado”, conclui Rocha.
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