PortalVitrine-02/07/13: Surpreendido enquanto chegava para fazer a vigilância do banco Bradesco, em Balneário Pinhal, o segurança Dalton Teixeira foi feito refém por pelo menos três homens armados por volta das 8h desta terça-feira. Após invadir a agência, o grupo armado fugiu levando sob cárcere Teixeira, o gerente e mais uma funcionária do banco, sem levar o dinheiro.
Conforme o relato do vigia, que já havia passado por situação parecida, a ação foi rápida e ninguém ficou ferido. No momento de maior tensão, revela que negociou com um dos ladrões para evitar tiroteio. Cerca de uma hora e meia após o assalto, os três reféns já haviam sido liberados e passavam bem. O trio segue sem paradeiro após abandonar um Renault Symbol, clonado, com placas de Canoas, segundo a Brigada Militar.
Confira trechos da entrevista com o vigilante, que prestava depoimento na Delegacia de Polícia (DP) de Balneário Pinhal:
Zero Hora — Como ocorreu o assalto?
Dalton Teixeira — Nos pegaram na entrada. Levaram os funcionários e o gerente para dentro do banco. Eu fiquei na rua, saí caminhando e consegui ligar para o 190. Eles chegaram em uns três minutos.
ZH — E qual foi a reação dos bandidos?
Teixeira — Foi tudo muito rápido. Quando a polícia chegou, um deles queria atirar na Brigada. Tentei conversar, falar para ele que não precisava disso. Mas colocaram armas na cabeça dos funcionários. A Brigada tentou negociar, mas eles acabaram fugindo.
ZH — O que fizeram com você? Você está bem?
Teixeira — Veio um carro na contramão e me pegou. Fiquei no banco de trás, com a cabeça baixa, mas tranquilo. Andaram uns dois quilômetros de distância da agência e me liberaram, perto de Quintão. Outro carro pegou eles na beira da praia.
ZH — E os outros reféns?
Teixeira — Ficaram com o gerente e uma mulher por cerca de uma hora. Agora estamos na delegacia prestando depoimento. A funcionária está muito nervosa, não consegue falar. O gerente ficou na agência, mas disseram que está muito assustado.
ZH — Você já tinha passado por algo parecido?
Teixeira — Sim, quando trabalhava em outro banco. Mas na ocasião, consegui fugir.
Fonte da notícia: Fonte: Zero Hora veja também:















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