Vigilantes do Amapá fazem manifestação por aumento salarial - AP


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G1-28/06/13: Nesta sexta-feira (28), os viligantes do Amapá foram convocados para uma paralisação pelo Sindicato dos Vigilantes e Empregados de Empresas de Vigilância, Transporte de Valores, Curso de Vigilância, Vigilância Orgânica e similares do Estado do Amapá (Sindiviap). Os manifestantes solicitavam o cumprimento do adicional de 30% de risco de vida para a categoria, além de outras mudanças. Durante a manifestação, uma audiência de conciliação aconteceu, e a categoria não aceitou as propostas oferecidas pelas empresas.

Foto: Thaís Pucci/G1
Vigilantes fazem manifestação na Praça da Bandeira.
Foto: Thaís Pucci/G1
Segundo o diretor administrativo do Sindiviap, Roberto Mendonça de Farias, que representou o presidente do sindicato durante a manifestação na Praça da Bandeira comentou que os vigilantes realizaram o ato por diversas reivindicações. "Um dos focos é o reajuste salarial, acumulado até a data base, que é dia 1º de maio, e cumprimento imediato da lei nº 12740 de 10 de dezembro de 2012, sancionada pela presidente Dilma Rousseff, que garante o adicional de 30% de risco de vida aos trabalhadores", comentou.

Foto: Thaís Pucci/G1
Daniel Filho é vigilante há 16 anos, e estava na manifestação.
Foto: Thaís Pucci/G1
O vigilante Daniel da Silva Filho, de 40 anos, trabalha desde 1997 na profissão, estava protestando na praça. "Estamos reivindicando o pagamento dos 30%, que os patrões não pagaram e os salários atrasados. Estamos aqui para lutar pela nossa classe. São poucos vigilantes aqui, mas são muitos no estado do Amapá", alertou Filho.

Outras solicitações do grupo são melhorias nas condições trabalhistas, manutenção da jornada de trabalho, além do pagamento de horas extras e recolhimento de encargos legais por parte das empresas que não está acontecendo.

De acordo com Farias, os outros estados brasileiros já pagam o reajuste do risco de vida, no Amapá essa conquista nunca foi paga. "Já são quase 7 meses desde a promulgação da lei, que não foi cumprida no estado. Enquanto estamos aqui na manifestação, está acontecendo uma audiência de conciliação com o presidente do Sindiviap e os patrões, na Justiça do Trabalho", esclareceu.

Foto: Thaís Pucci/G1
Diretor administrativo do Sindiviap, Roberto Farias.
Foto: Thaís Pucci/G1
"A patronal propôs um reajuste salarial de 8% retroativo a database da categoria, além do aumento de R$ 1 no vale alimentação. O risco de vida e o retorno do regime parcial ficariam para julgamento do dicídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho. Mas a categoria não aceitou, e o caso foi encaminhado para Belém, onde será julgado por uma câmara especializada", concluiu Farias.

Thaís Pucci Do G1 AP

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