Jornal Mídia News-17/01/12: Ao menos seis assaltantes trocaram tiros com vigias do Hipermercado Modelo, na Avenida Miguel Sutil, no bairro Santa Rosa, em Cuiabá, onde explodiram dois caixas eletrônicos. O confronto ocorreu durante a fuga, por volta das 4h30 da manhã desta terça-feira (17).
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| Policial na cena do crime: mais dois caixas explodidos em ação que já virou moda em Cuiabá. Foto: Divulgação |
Testemunhas disseram que os bandidos fugiram em dois veículos - um Fiat Pálio branco e um Citroen C 3 prata.
Segundo o relato de testemunhas, os bandidos chegaram e renderam os vigias. Um dos ladrões arrebentou a porta de entrega com um tiro. Em seguida, colocaram dinamite nos dois caixas.
Cerca de três minutos depois, houve a explosão e mais integrantes do bando entraram no mercado, onde recolheram o dinheiro em sacolas.
O valor roubado não foi divulgado, mas a Polícia acredita que seja em torno de R$ 50 mil.
Os dois veículos que estavam nos fundos do prédio foram levados para a frente para pegar os assaltantes, que fugiram em alta velocidade, pela Avenida Miguel Sutil.
No local, os bandidos abandonaram algumas cédulas de R$ 20 marcadas com o dispositivo antifurto – a tinta cor-de-rosa, que inutiliza as cédulas.
Segundo o gerente de um posto de combustível localizado ao lado do prédio, dois homens renderam um vigia. Ele foi amarrado e trancado numa das salas. O fato ocorreu minutos antes do assalto.
Ao entrarem no prédio, os bandidos renderam outro vigia. Os demais estavam nos fundos e, ao escutarem a explosão, se dirigiram para a parte dianteira da loja e houve troca de tiros. As marcas dos tiros ficaram nas janelas do prédio.
“Não se trata de efeito da explosão. São marcas de tiro, mesmo porque são janelas alternadas. A explosão só não foi pior porque o teto é alto e não tem forro ”, explicou um dos policiais.
O empresário José Carlos Bianacardini, o "Cacalo", dono da peixaria que leva seu nome, no bairro Santa Rosa, estava indignado. Ele esteve no local e confirmou ter ouvido vários tiros, durante a madrugada. Ele mora perto do hipermercado.
“Tudo isso é por causa da Justiça, que solta ladrões de banco, de caixa eletrônico. Essa lei tem que ser mudada”, queixou-se.
No meio dos dois caixas, estava um terminal do Banco do Brasil, coberto por uma lona. Ele foi arrombado no ano passado e, até agora, não foi trocado.
A informação é de que não será substituído. No hipermercado, ainda restam dois caixas eletrônicos, ambos da Rede 24 Horas. veja também:
















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