Ela relatou que chamou a Polícia às 18h17, tendo permanecido ao telefone com o CIOSP na linha. Ela disse ter comprado um pacote grande de fraldas, um travesseiro, três lustra-móveis, uma vassoura sem cabo, Perfex, cera, bom ar, chocolate, laranja, queijo, presunto, pão, sabonete, um vasinho de flores e três pacotes de coxão mole já pesados. "As bebidas" foram 01 caixa de Skol.
Antes de deixar o local, ela conta, enconstou o carro perto dos seguranças, e se dirigiu até a farmácia para comprar dois medicamentos. Depois, na saída, passou no quiosque de uma empresa de telefonia celular. “Quando rumava para o carro, o vasinho de plantas caiu, e um segurança veio ajudar-me. Ao ver que o travesseiro e a fralda não estavam ensacados, exigiu de mim a nota, grosseiramente, dizendo-me que se não lhe apresentasse, que reteriam tudo” – disse. A advogada contou que o segurança chegou a pressioná-la para abrir a a bolsa.
Depois de chamar a Polícia, Carolina disse que o chefe da segurança chamou-a até a sala dele, na frente de um dos policiais, e pediu que ela assinasse um termo dizendo que não irá processar o supermercado, liberando-a junto com as compras. “Não aceitou” – disse.
A advogada informou que a Ordem dos Advogados do Brasil esteve junto com ela durante todo o período e que as providências legais já estão sendo tomadas. “Sou antes de uma advogada, uma cidadã” – disse, cobrando respeito e se dizendo injustiçada. veja também:














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