STJ determina prescrição do crime e médico que matou vigia em Joinville ganha liberdade - SC


Santa Catarina-SC
Ndonline.com.br-27/06/2016: Depois de passar quase quatro dias em uma cela do Presídio Estadual de Guaporé, no Rio Grande do Sul, o médico ortopedista Rolf Praetzel Schaurich, 49 anos, deve deixar a cadeia nas próximas horas. Isso porque uma decisão do Ministro da Terceira Sessão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Ribeiro Dantas, determinou a prescrição do processo no qual o médico foi condenado.

Rolf Praetzel Schaurich, 49 anos, cometeu o crime em 1994. Reprodução/Facebook/ND
Rolf Praetzel Schaurich, 49 anos, cometeu o crime em 1994.
Reprodução/Facebook/ND
A prescrição da pretensão punitiva foi publicada no site do STJ às 18h19 de sexta (24). Segundo o advogado que representa o médico, Paulo Fayet, Rolf só passou o fim de semana preso porque os cartórios e as outras instâncias nas quais os processos correu não foram avisados a tempo e determinar o alvará de soltura de seu cliente. “Mantiveram uma pessoa presa por um crime que não existe mais. Todo o processo prescreveu e isso significa dizer que não há mais culpabilidade do meu cliente”, declarou o Fayet. “Nossa expectativa é que Rolf seja solto nas próximas horas”, comentou o advogado com exclusividade a reportagem do Jornal Notícias do Dia de Joinville.

Ministro Ribeiro Dantas decidiu pela prescrição do processo no qual o médico Rolf Praetzel Schaurich tinha sido condenado por assassinato do vigilante Renato Coutinho do Prado em Joinville. Reprodução site STJ/Divulgação/ND
Ministro decidiu pela prescrição do processo no qual
o médico tinha sido condenado por assassinato. 
Reprodução site STJ/Divulgação/ND
Até as 11h, desta segunda (27) Rolf Praetzel Schaurich continuava na cadeia gaúcha. Ele tinha sido condenado em primeira e segunda instância por matar o vigilante do Hospital Municipal São José, em Joinville, Renato Coutinho do Prado. O assassinato ocorreu no pátio do hospital há 22 anos. Desde então Rolf recorria da sentença do júri popular que o sentenciou a oito anos e seis meses de prisão.

O médico que trabalhava no Hos pital São José nunca havia cumprido pena. A prisão dele, na última quinta (23), foi cumprida a pedido do promotor de Justiça do Ministério Público de Joinville, Ricardo Paladino, baseada na decisão anunciada em fevereiro pelo STF, que autoriza da prisão de réus condenados em segunda instancia sem aguardar o esgotamento de todos os recursos.

Windson Prado | Do Jornal Notícias do Dia Joinville

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