Exame confirma que vigilante é pai de bebê dado a casal - MG


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OTempo-02/12/2013: O vigilante Johney Lima Santos Nulhia, 24, é mesmo o pai do bebê de 2 meses que havia sido entregue a um casal do Rio de Janeiro, no último dia 23. Ontem, a reportagem de O TEMPO teve acesso ao resultado de DNA que comprova a paternidade dele. A dúvida surgiu após depoimento da mãe da criança, Renata Soares da Costa, 19, à Polícia Civil. Ela garantiu que o menino seria filho de outro homem e admitiu até para o vigilante ter tido uma relação extraconjugal.

Foto: João Leus
O vigilante Johney Lima Santos Nulhia mostra o exame de DNA.
Foto: João Leus
“Fui eu que abri o resultado, e Johney chorou muito ao descobrir. Foi tão emocionante que todo mundo que estava no laboratório não conseguiu segurar e desabou a chorar”, relatou um cunhado do vigilante, que pediu para não ser identificado. Mas a alegria de descobrir ontem a verdade sobre o bebê veio acompanhada de uma notícia ruim. A casa onde o vigilante morava com Renata e o filho, no bairro Icaivera, em Contagem, na região metropolitana da capital, foi incendiada.

Foto: Daniel de Cerqueira/O Tempo
Ex-sogra ligou para o vigilante e contou sobre o incêndio.
Foto: Daniel de Cerqueira/O Tempo
A Polícia Militar (PM) e o Corpo de Bombeiros foram acionados por vizinhos, que acordaram por volta das 3h30 com o barulho de um vidro quebrando. Ao saírem, eles perceberam que a residência já estava em chamas e tentaram apagar com uma mangueira, sem sucesso. Ninguém estava no imóvel, já que depois de sair da prisão, na sexta-feira passada, Renata foi para o interior do Estado, e Nulhia estava na casa de parentes. O vigilante foi ao local e chorou muito ao ver tudo destruído.

“É possível falar que foi criminoso devido a estilhaços de vidro que não estavam queimados. Isso prova que quebraram o vidro e iniciaram as chamas no quarto”, contou Wilian Marques, perito da Polícia Civil. Por conta do isopor usado na estrutura do imóvel, as chamas se espalharam rapidamente para os outros cômodos.

Foto: Daniel Cerqueira/O Tempo
Poucos objetos resistiram às chamas; polícia acredita em crime.
Foto: Daniel de Cerqueira/O Tempo
Foi possível retirar pouca coisa da residência, de 32 m² e quatro cômodos. “Felizmente, eu peguei o que deu. Pelo menos o berço do meu filho eu levei, pois estava com medo dele cair da cama. Mas o resto queimou tudo, alguns documentos e roupas”, disse o vigilante.

Saiba mais
Início. O quarto do casal, onde começaram as chamas, foi a parte mais afetada pelo incêndio. O laudo da perícia feita no local deve ficar pronto em dez dias.

Risco. Existem outras casas no lote, e vizinhos contaram ter acordado quando o fogo já tinha se alastrado.

Medo. “Acordei com os barulhos e, quando vimos as chamas, saímos correndo com medo do fogo passar para as outras casas”, contou um pedreiro, de 45 anos.

Por José Vítor Camilo

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