R7-02/12/2013: Especialistas afirmam que falta controle sobre o arsenal em poder de empresas de segurança privada em São Paulo e no Brasil.
De acordo com o coronel José Vicente da Silva, ex-secretário nacional de Segurança Pública, a Polícia Federal, responsável por fiscalizar o armamento, costuma exigir documentos para que uma empresa de segurança seja aberta e para que a posse da arma seja liberada, mas não há fiscalização sobre o uso da arma:
— A PF desconhece como esse efetivo de vigias e essas armas são usadas. Não sabe se a segurança, quando contratada, é disposta de modo a impedir que o vigia se torne, não o responsável por evitar o crime, mas, ao contrário, mais um alvo para criminosos, senão o alvo principal.
Melina Risso, do Instituto Sou da Paz, critica a falta de um banco de dados único sobre a situação das armas no País.
— O Sinarm [banco de dados da PF] tem muitos dados. Mas, se uma arma é exportada, por exemplo, essa informação fica com o Exército, não com a PF. A mesma coisa acontece com armas de caçadores, atiradores e colecionadores.
Por Alvaro Magalhães, do R7 veja também:
















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