G1-09/12/2013: A chefe de comunicação social da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), tenente-coronel Claudete Lehmkuhl, afirmou nesta segunda-feira (9) que a empresa de segurança privada contratada pelo Atlético-PR para atuar no estádio Arena Joinville falhou ao tentar conter a briga generalizada no domingo (8). "Houve uma segurança privada que não garantiu a segurança. Houve falhas seríssimas nessa segurança", disse. A partida entre Atlético-PR e Vasco da Gama teve um público de 8.978 pagantes.
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| Torcedores do Vasco foram levados para presídio após briga em estádio. Foto: Reuters |
Além disso, outros 15 homens foram contratados pela Cerberus, de Curitiba, totalizando 75 pessoas para cuidar da segurança no jogo. "Eles ficaram responsáveis pelos jogadores e pela Diretoria do Clube", explicou Rodrigo de Freitas, diretor operacional da empresa.
Durante a partida no domingo (9), pela 38ª rodada da Série A, a briga resultou entre torcedores na arquibancada do estádio paralisou o jogo aos 17 minutos do primeiro tempo. Quatro pessoas ficaram feridas e foram levadas para o Hospital São José, em Joinville. Três torcedores receberam alta e um permanece internado no Hospital da Unimed.
Divergências
Depois de divergências entre o Ministério Público estadual (MPSC) e a PMSC sobre o policiamento no estádio, o comandante do 8º Batalhão da PM em Joinville, tenente-coronel Adilson Moreira, declarou nesta segunda (9) que a responsabilidade pela segurança de um evento particular é de quem o promove. Conforme a tenente-coronel Claudete Lehmkuhl, após a confusão, 160 policiais militares atuaram dentro da Arena Joinville e 20, fora do estádio.
"A Polícia Militar pode agir no caso de uma possível iminência de uma ocorrência ou havendo uma ocorrência. No caso de uma iminência, teria que haver a solicitação para a Polícia Militar entrar porque o local estava sendo considerado inseguro e que poderia ocorrer algum tipo de crime. A polícia foi solicitada durante a ocorrência", explicou ela.
Ações diferentes
De acordo com o representante da Mazari, o efetivo da companhia não dispõe de equipamentos, como bomba de efeito moral, geralmente utilizados pela PM e que a segurança privada não tem autorização para usar. "A gente não tem o mesmo preparo e nem vai ter a mesma ação da PM", reconhece Medeiros.
O Atlético-PR lamentou o ocorrido, mas não quis comentar o caso. "A Diretoria Administrativa e do Conselho Deliberativo do Clube tomarão todas as providências para identificar os envolvidos e puni-los, caso tenham ligações com a Instituição, ou denunciar às autoridades competentes qualquer um que tenha tido participação nos lamentáveis incidentes", comunicou o Clube, no site oficial.
Por Cristiano Anunciação Do G1 SC veja também:
















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