G1-02/10/2013: O corpo de um homem encontrado pela Polícia Militar dentro de um carro incendiado na noite de terça-feira (1º) na Zona Sul de São Paulo foi identificado como sendo de um funcionário da Prefeitura de Embu das Artes, município da Grande SP. A informação foi confirmada na manhã desta quarta-feira (2) pela assessoria de imprensa da administração pública da cidade. Segundo policiais civis, o caso é investigado como assassinato. Nenhum suspeito foi identificado ou detido até o momento.
Por meio de nota, foi informado que Clóvis Carvalho dos Santos tinha 42 anos, era bacharel em direito, mas trabalhava como vigia de um prédio da Prefeitura de Embu das Artes. Ele, no entanto, não usava arma no serviço.
“A Prefeitura de Embu das Artes informa que Clóvis Carvalho dos Santos, de 42 anos, bacharel em Direito sem carteira da OAB, exercia a função de Guarda Patrimonial de um equipamento público durante o período noturno. Portanto, não exercia a função de advogado da Prefeitura”, informa o comunicado da administração.
A prefeitura lamentou o crime e se colocou à disposição dos parentes da vítima. “Lamentamos profundamente o ocorrido e estamos prestando toda a assistência e apoio aos familiares da vítima que deixa mulher e dois filhos”, diz a nota.
De acordo com a PM, uma viatura foi acionada por volta das 19h de terça para atender ocorrência de um veículo pegando fogo na Rua Comendador Antunes dos Santos, no Jardim Angela. O Corpo de Bombeiros foi ao local e apagou o incêndio. Ao notarem que um corpo estava dentro do automóvel, os policiais foram registrar o caso no 47º DP.
Procurada para comentar o assunto, a assessoria da Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que iria buscar informações sobre a ocorrência.
Policiais civis da delegacia, que não quiseram se identificar, informaram ao G1 que o caso foi registrado como homicídio. Ainda segundo os policiais, o veículo incendiado é um Fiat Uno com placas de Embu das Artes. A polícia não soube informar se o corpo também foi queimado.
As circunstâncias do crime, como autoria e motivação, por exemplo, ainda não foram esclarecidos pela polícia.
Segundo os policiais, o caso deverá ser investigado pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
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