Jornal A Tribuna Net - 02/07/12: A manhã foi tensa em frente a Sical, em Criciúma. A greve dos trabalhadores da empresa, que chega hoje a sua segunda semana, já não está mais com 100% de adesão, e nesta manhã 15 seguranças privados estavam na frente da empresa para garantir que os trabalhadores pudessem entrar normalmente.
Na última semana uma proposta foi feita pela empresa, mas rejeitada pelo sindicato. Uma reunião foi marcada pelo sindicato para a última quarta-feira, mas transferida para sexta-feira, porém na sexta-feira também não houve reunião.
“Como não houve a reunião na semana passada, a empresa fez a sua parte e convocou os funcionários através de notas nas rádios e jornais. Os trabalhadores teriam os oito dias compensados, quatro seriam abonados e os outros quatro descontados em férias. Os seguranças estão aqui para garantir a segurança dos nossos funcionários, mas apesar de bate boca o pessoal não deu nenhum sinal de que iria entrar em confronto”, diz o diretor da Sical, João Carlos Bet.
Aproximadamente 50 funcionários entraram na empresa nesta manhã, enquanto isso, alguns estavam do lado de fora, mas receosos para entrar. “A greve ainda está de pé. Vamos continuar aqui na frente e lutando pelo que os trabalhadores estão reivindicando. Quem quiser entrar a gente não vai impedir, mas a atitude da empresa não era necessária de trazer seguranças e chamar a polícia”, afirma o presidente do sindicato dos trabalhadores, Francisco Pedro dos Santos.
Os trabalhadores reivindicam aumento salarial, além de melhores condições de trabalho. A greve não é de toda a categoria, apenas na empresa, pois os trabalhadores não ficaram satisfeitos com o acordo coletivo feito em janeiro aos metalúrgicos.
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