Jornal O São Gonçalo - 14/06/12: Apontado como o principal suspeito de matar a estudante Adriana de Oliveira Pinto, de 19 anos, dentro de uma casa no Condomínio Marquês de Maricá, no Colubandê, em São Gonçalo, na última terça-feira, o namorado dela, identificado como Leandro, está sendo procurado pela polícia e terá a prisão temporária solicitada à Justiça. Segundo familiares, ele é pintor de automóveis e conheceu a estudante há quatro meses.
Adriana foi encontrada morta dentro do quarto do imóvel com marcas de estupro e tortura. A motivação do crime ainda é desconhecida. Ela e o namorado teriam sido vistos entrando no conjunto residencial. Imagens de mais de 30 câmeras do circuito interno do condomínio foram encaminhadas à polícia e serão analisadas pelo chefe do setor de homicídio da 74ª DP (Alcântara), inspetor Fabrício Leite, que voltou, ontem, no local do crime. A casa, que pertence ao amigo do suposto assassino, foi periciada. O dono do imóvel, Everton Menezes, de 23 anos, foi quem encontrou o corpo da estudante e chamou a polícia. Everton prestou depoimento na 74ª DP. Ele confirmou ter cedido a residência para o casal, mas alegou ter pouco contato com o acusado do crime.
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| Encontrado sobre um colchão, corpo de Adriana tinha marcas de torturas e violência sexual. (Foto: Divulgação O São Gonçalo) |
Enterro
O corpo de Adriana foi sepultado, ontem à tarde, no Cemitério do Pacheco. A estudante cursava o ensino médio na Escola Estadual Pandiá Calógeras, em Alcântara.
‘Não conhecia esse rapaz e não sei o que aconteceu’
Em depoimento à polícia, o dono da casa onde ocorreu o crime, o vendedor Everton Menezes, disse que Leandro dormiu no imóvel de segunda para terça-feira. Pela manhã, Everton saiu para trabalhar e deixou o amigo dormindo. Ao sair, ele pediu ao rapaz para fechar a casa. Quando voltou para casa, por volta das 18 h de terça-feira, ele se deparou com o corpo de Adriana.
Conforme o proprietário do casa, o corpo da estudante estava nu, com um cinto marron claro no pescoço, o sutiã arrancado e de pernas abertas. “Fiquei nervoso e ainda fui conferir se a garota não estava dormindo. Me abaixei, bati no rosto dela, mas ela já estava gelada e muita estranha. Percebi que estava morta e saí correndo. Fui chamando todo mundo e avisei aos porteiros”, contou.
Abalado, o pai da jovem, João Batista Pinto da Silva, disse não conhecer o acusado. “Não sei nem o que falar. Não conhecia esse rapaz e muito menos o que aconteceu ”, lamentou.
Homenagens
Ontem, na rede social, amigos de Adriana prestaram homenagem à estudante. “Deus permitiu que ela se fosse. Já deixou saudades. Uma doce menina (...)” disse uma das amigas. “Só Deus sabe a dor que eu to sentindo. Estamos de luto”, escreveu uma colega de escola.
Por Marcelo Almeida e Celso Brito veja também:
















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