Jornal Diário de Marília-23/12/10: Após reunião sem grandes avanços com a direção da maternidade Gota de Leite, os 36 médicos do Programa Saúde da Família (PSF) decidiram, durante assembleia no início da noite de ontem, adiar a decisão sobre o retorno à greve para 14 de janeiro, quando acontece uma nova rodada de negociações com a Secretaria Municipal da Saúde.
Na prática, nenhuma proposta foi feita. Os pontos principais da pauta de reivindicações, incluindo o pedido de reajuste salarial dos atuais R$ 7,9 mil para R$ 17 mil e a ampliação da estrutura de atendimento do PSF, estão na mesa do prefeito Mário Bulgareli, que até a data da nova reunião deve formalizar as respostas.
Os médicos chegaram a paralisar grande parte do atendimento entre os dias 29 de novembro e 6 de dezembro, mas decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) obrigou a retomada das negociações, acabando com a greve. Dos 36 profissionais, quatro pediram demissão por descontentamento com a situação.
Os médicos pedem ainda a regularização do fornecimento de medicamentos, a ampliação da licença maternidade para seis meses e a contratação de novos vigias e agentes comunitários de saúde.
Astrid Jircik, médica e integrante da comissão de negociações, afirma que o dia 14 é o limite para definição da prefeitura quanto a apresentação de propostas. “Estamos bastante flexíveis, mas precisamos de alguma proposta. Do contrário, a greve volta já no dia 15 de janeiro”, antecipa. veja também:














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