Jornal de Vinhedo-17/01/11: Na manhã do sábado, 8, um vigilante de 25 anos que estava de folga foi até a agência do Banco do Bradesco, no Centro de Vinhedo para fazer um saque. Quando ele tentou passar o cartão em um dos caixas eletrônicos notou que algo estava errado. No leitor de cartões havia um chupa-cabra, aparelho colocado por assaltantes para roubar a senha de clientes.
De acordo com o boletim de ocorrência, ao perceber que o leitor não funcionava direito, ele mexeu no dispositivo, que facilmente se descolou do aparelho. Ele foi até o PAC – Posto de Atendimento Comunitário – instalado na Praça de Sant’Ana e acionou a Guarda Municipal.
Após verificação, o vigilante foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para elaboração de boletim de ocorrência, que foi registrado como ‘apreensão de objeto para saque eletrônico’. O objeto ficou apreendido e deverá ser encaminhado para o IC – Instituto de Criminalística – de Campinas.
O que é um chupa-cabra é um aparelho leitor de cartões feito artesanalmente, que possui memória interna com capacidade de armazenar dados da conta corrente de todos os cartões que são passados nele. Geralmente, como neste caso, esses aparelhos são adaptados às entradas tradicionais de cartões nos caixas eletrônicos, para que possam clonar os dados do cartão quando um cliente usa a máquina.
Dicas
Especialistas em segurança de bancos orientam que, quando há um chupa-cabra instalado, dá pra notar a diferença. Uma dica é verificar se o cartão passou folgado ou muito apertado.
A orientação para os clientes é verificar se o dispositivo onde é inserido o cartão está fixo e se há algum acessório ou ressalto no dispositivo de entrado do cartão. Certifique-se que a máquina não tenha fios aparecendo ou a tampa aberta e desconfie quando só um terminal está funcionando e todos os outros estão inoperantes, pois o que funciona pode ter o chupa-cabra.
Os usuários devem desconfiar quando há uma câmera dirigida para as suas mãos, pois geralmente as câmeras de vigilância dos bancos normalmente estão voltadas para o rosto. Desconfie também quando uma das etapas de verificação não é solicitada, como por exemplo, a parte alfabética da senha. Em caso de dúvidas peça orientações a um funcionário da agência ou acione a Polícia Militar ou a Guarda Municipal. veja também:














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